Desenvolvimento Contínuo

Outubro 8, 2010

FEMA – Big Dog Robot Caça Humanos

Filed under: News and politics — highness4435 @ 3:28 pm
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Agosto 24, 2010

Desinformação é manter você procurando a história por trás da história atrás da história

Filed under: News and politics — highness4435 @ 5:05 am
        Um olhar crítico sobre as informações que estão expostos no século 21.

        É
o metrô, na superfície, progressiva, regressiva, os agentes da mídia comunitária e a grande mídia intencionalmente, ou involuntariamente te desinformando?

            A
desinformação é informação enganosa da verdade, deliberadamente
anunciada publicamente ou vazada por um governo ou uma agência de
inteligência para semear a confusão e minar a credibilidade.
A desinformação é falsa ou inexata, que é deliberadamente para enganar.

              Nem todos os itens da notícia devem ser publicados. Em
vez disso aqueles que controlam as políticas de notícias devem fazer esforço
para que cada item da notícia sirva a um propósito determinado:

              
Paul Joseph Goebbels, ministro da Propaganda nazista

              Estamos
gratos ao Washington Post, o New York Times, Time Magazine e outras
grandes publicações cujos diretores têm participado de nossas reuniões e
respeitaram as suas promessas de discrição durante quase quarenta anos.
Teria
sido impossível para nós desenvolver o nosso plano para o mundo se
tivéssemos sido sujeitos a luzes fortes da publicidade durante estes
anos.

              Mas, o mundo está agora mais sofisticado e preparado para marchar rumo a um governo mundial. A
soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros mundiais é
certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos
passados.

              
David Rockefeller, C.F.R. e fundador da Comissão Trilateral

              "Em
março de 1915, os interesses do JP Morgan, o interesse da siderurgia,
construção naval e pó, e suas organizações subsidiárias, reuniu 12
homens do topo do mundo jornalístico e os empregaram para selecionar os
jornais mais influentes dos Estados Unidos e suficiente
número
deles para controlar a política da imprensa diária …. Eles
descobriram que somente era necessário adquirir o controle de 25 dos
maiores jornais.

              O
mundo pode, portanto, aproveitar a oportunidade [Pérsico] crise do
Golfo para cumprir a promessa de longa data de uma Nova Ordem Mundial,
onde diversas nações se unem na causa comum de atingir as aspirações
universais da humanidade ".

              
George Herbert Walker Bush

        Em vez de informar, a mídia controla e filtra os conteúdos, a fim de manter o público confuso, entretido e distraído.

        Por quê? Porque há uma história por trás da história atrás da história.

        The Powers That Be (TPTB) não deixa nada ao acaso. Se
você está sofrendo de Dissonância Cognitiva ao pensar que tudo o que
você pensa é verdade poderia ser uma distração, então considere o
seguinte:

        Seis empresas (é irrelevante qual a prática da religião deles) possuem 96% da mídia do mundo [1]

        Substituindo a Casa de Rothschild para "judeu" no artigo seis empresas em Pakalert seria correto.

            "Você
sabe muito bem, e os americanos estúpidos sabe tão bem, que nós (A Casa
de Rothschild) controlamos o seu seu governo, independentemente de quem se
senta na Casa Branca.
Você
vê, eu sei e você sabe que nenhum presidente norte-americano pode estar
em uma posição para desafiar-nos mesmo que faça o impensável.
O que eles podem (os americanos) fazer com a gente? Nós (A Casa de Rothschild) o congresso do controle, os meios de comunicação, show biz, e tudo na América. Nos Estados Unidos você pode criticar Deus, mas você não pode criticar Israel … porta-voz "de Israel, Tzipora Menache

        Censura da mídia comunitária: Patrocinado pela Fundação Ford CIA? Feldman por Bob [2]

        "A
massa-circulação semanal Tempo Ford acusado de ter jogado uma vez, por
insistência do E.U. Central Intelligence Agency, um papel secreto em
indonésio assuntos políticos conscientemente pelo apoio ao trabalho de
indivíduos que eram considerados simpatizantes aos objetivos
anti-comunista
da política externa americana ".

        – Chronicle of Philanthropy, 12/13/01

        
A
história da Fundação Ford, de colaboração e de bloqueio com a CIA em
busca de E.U. hegemonia mundial é agora um fato bem documentado … A
Fundação Ford tem, de certa forma o seu estilo refinado de colaboração
com a tentativa de Washington para a produção de dominação cultural
mundial, mas manteve
a
substância do que a política … As relações entre os altos
funcionários da Fundação Ford e o governo E.U. são explícitas e contínua.

        
James Petras em "A Fundação Ford ea CIA: um caso documentado de colaboração filantrópica com a polícia secreta" em 2001/12/15

        relação
histórica do dólar multi-billion da Fundação Ford para a Agência
Central de Inteligência [CIA] raramente é mencionado no Democracy Now /
TV Deep Dish, na mostra da Feira COUNTERSPIN, no Working Assets Radio
show, na mostra O Instituto Nação Rádio Nação,
no show de David Barsamian Alternative Radio ou nas páginas da Progressive, Mother Jones ea revista Z. Uma
razão pode ser porque a Fundação Ford e fundações outro estabelecimento
subsidiar gatekeepers alternativos à criação de Esquerda media /
censores.


        Ouvinte de rádio Patrocinados

        Pacifica [3], no gráfico gatekeeper e assim deve Public Radio International (NPR).

        NPR
tem desempenhado um papel activo na oposição de baixa potência
não-comercial, controladas localmente, meios de comunicação de interesse
público neste país.
[4]

        Então, como podemos encontrar a informação que pode não ser controlada?

            [Disclaimer: O seguinte é o que eu encontrei para ser útil em determinar quais sites têm uma agenda de desinformação. Este é apenas um guia. Um
site que monitora o conteúdo ainda pode ter informação que é útil, mas
as histórias de censura que irá levá-lo ao que TPTB não quero que você
saiba.
É amplamente aceito o conteúdo da mídia é sensacionalista de 90% e 10%, "Notícias". O negrito sites alternativa progressista lhe dar 90% "notícias" e tablóide de 10%. Eles filtram e censuram "distração" ao nível seguinte da história por trás da história. Uma
fonte verdadeiramente independente tem mais chances de ter a informação
que você precisa para encontrar a história por trás da história por
trás da história.]

        Eu uso o "Patricia Doyle Filter".

        Por
exemplo, você pode ter uma noção de quais sites são desinformação com
base na sua cobertura de Patricia Doyle, e seu PhD – "Não Leve A Swine
Flu Vaccine! Artigo."

        "Não
é Patricia Doyle" é útil, porque ela é a melhor fonte de informação
sobre a gripe suína, mas porque eu observei que há um padrão dos sites
que escolheu para incluir ou excluir seu artigo.

        A
omissão do artigo, especialmente em locais com um grau mais elevado de
tráfego (menor número de visitantes) não é significativo.

        Um
critério diferente deve ser utilizado para sites que atendem a um
público de nicho e tem um tráfego superior a 200 mil postos (um número
inferior a indica um alto tráfego).
O PeoplesVoice e Therearenosunglasses são bons exemplos de sites confiáveis que não têm o seu artigo.

        Outra
prova de que o artigo tem sido sistematicamente reprimidas é que
classificam o tráfego fortemente policiada (entre parênteses, nada menos
de 50.000 tem um grande número de visistors) e sites de desinformação
suspeitas não têm o artigo.

        Por
exemplo, você não vai encontrar o artigo Doyle nos seguintes locais:
DailyKos (3823), Abovetopsecret (4984), Huffington Post (270), Alex
Jones (7082) e (13.882) David Icke sites não tem o artigo.
[5]

        Qual é a probabilidade de esta não é uma conspiração?

        Sobre
o mesmo militar E.U. realização Operation Vigilant Guardian, um
exercício de 11/09, simulando aviões sequestrados no sector NE dos
Estados Unidos cair em arranha-céus no mesmo dia em que realmente os
terroristas sequestrar aviões e voar los contra o World Trade Center.

        As probabilidades são astronômicos, como a mesma pessoa ganhar na loteria três semanas em uma fileira!

        O "Patricia Doyle Filter"

        A partir de 03 de maio de 2009, a notícia alternativa muito poucos publicado websites "Don’t Take A Vacina contra gripe suína!"

        Os seguintes sites, que afirmam ser corajoso, ousado e publicar as notícias da mídia não quero que você saiba:

        [Nota: Estes são os locais com uma equipe editorial que aprovar o conteúdo]

        OpEdNews,
Counterpunch, Commondreams, Alternet, WorldNetDaily e, em especial de
Alex Jones e David Icke não tem o artigo a partir de maio de 2009.
[6]

        Os fóruns de Jones e Icke tem o artigo, mas que não é o mesmo que estar no site principal. Qualquer um pode publicar no fórum – não existe revisão editorial

Agosto 21, 2010

QUEIMEM BANCOS

Filed under: News and politics — highness4435 @ 2:32 am


Frases
pixadas durante a insurreição que tomou as ruas da França em março (e
meses seguintes) de 2006, ocasião em que milhares de jovens protestavam
contra o Estado e sua truculência física e legislativa, ações motivadas
pela criação da lei que instituiu o CPE – Contrato de Primeiro Emprego
-, que fodia ainda mais a vida dos jovens, e pelo despejo violento dos
estudantes que então ocupavam a Universidade de Sorbonne. Milhares de
carros foram queimados e instituições destruídas.

Polícia em toda parte = justiça em parte alguma

Não ao Estado, à midia e ao patronato

Para pagamento ruim, trabalho ruim

Chega de ser razoável

Construam escolas e as prisões serão desnecessárias

Viva o convívio mútuo e a solidariedade
Morte ao produtivismo e ao consumismo

Destituam todos os políticos

Destruição é rejuvenescimento

Queimem bancos

Lucidez é uma forma de resistência

A melhor forma de votar é arrancar pedras da calçada e lançá-las nas cabeças dos políticos

Não implore pelo direito de viver, tome-o

O ego é uma prisão

As eleições mudam as moscas, a alternativa real está nas ruas

Somos livres para abolir vosso mundo

Mídia por toda parte = informação em parte alguma

Não tenha medo de nada

Somos incansáveis

Quem semeia miséria colhe fúria

Se ninguém obedece, ninguém comanda

A VERDADEIRA DÍVIDA

Filed under: News and politics — highness4435 @ 1:48 am


A maior pepita de Ouro já encontrada, é chamada de Pepita Holtermann e foi descoberta em 1872.


Aqui
eu, Guaicaipuro Cuatémoc, descendente dos que povoaram a América faz
quarenta mil anos, vim encontrar aos que aqui se encontram faz
quinhentos anos.

O
irmão usureiro europeu me pede pagamento de uma dívida contraída por
Judas, a quem nunca autorizei vender-me. O irmão leguleio europeu me
explica que toda dívida se paga com interesses, ainda que seja vendendo
seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento.

Também
eu posso reclamar pagamento, posso reclamar interesses. Consta no
arquivo das Índias, papel sobre papel, recibo sobre recibo, que somente
entre os anos 1503 e 1660 chegaram a San Lúcar de Barrameda 185 mil
quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Saque? Expoliação? Genocídio?

Não.
Esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata devem ser
considerados como o primeiro de vários empréstimos amigáveis da América
para o desenvolvimento da Europa.

O
contrário seria presumir crimes de guerra, o que daria direito, não só a
exigir devolução imediata, como também indenização por danos e
prejuízos. Eu prefiro crer na menos ofensiva das hipóteses.

Tão
fabulosas exportações de capital não foram mais que o início de um
plano para garantir a reconstrução da bárbara Europa, arruinada por
suas deploráveis guerras contra os cultos muçulmanos, defensores da
álgebra, da poligamia, do banho diário e outras conquistas superiores da
civilização.

Fizeram,
os irmãos europeus, um uso racional, responsável ou pelo menos
produtivo dos recursos tão generosamente adiantados pelo Fundo
Indoamericano Internacional?

Deploramos dizer que não.

No estratégico, o dilapidaram em inúmeras batalhas, armadas invencíveis, terceiros Reich e outras formas de extermínio mútuo.

No
financeiro foram incapazes de tornar-se independentes das rendas
líquidas, das matérias primas e da energia barata que os exporta o mundo
subdesenvolvido. Obriga-nos a reclamar-lhes – para seu próprio bem – o
pagamento de interesses que, tão generosamente, demoramos todos esses
séculos para receber.

Ao
dizer isto, aclaramos que não nos rebaixaremos a ponto de cobrar dos
irmãos europeus as vis e sanguinárias taxas flutuantes de 20 a até 30%
que os irmãos europeus cobram aos povos do submundo. Nos limitaremos a
exigir a devolução dos metais preciosos adiantados, corrigidos em 10% ao
ano, acumulados durante os últimos 300 anos. Sobre esta base aplicando a
européia forma de interesse composto, informamos aos descobridores que
só nos devem, como primeiro pagamento de sua dívida, uma massa de 180
mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas elevadas à
potência de 300. Ou seja, um número para cuja expressão total, seriam
necessárias mais de 300 cifras e que supera amplamente o peso da terra.

Muito pesadas são estas barras de ouro e prata! Quanto pesariam calculadas em sangue?

Concluir
que a Europa em meio milênio não pôde gerar riquezas para saldar o que
deve, seria o mesmo que admitir seu absoluto fracasso financeiro e, ou, a
demencial irracionalidade dos supostos do capitalismo.

cacique Guaicaipuro Cuatémoc

Agosto 20, 2010

BOICOTEMOS O CONGLOMERADO GLOBO.

Filed under: News and politics — highness4435 @ 5:19 am

ALGUNS DOS INÚMEROS MOTIVOS PARA BOICOTAR O CONGLOMERADO GLOBO

  • Apoiou a ditadura militar.
  • Nunca se pronunciou contra a censura prévia à imprensa.
  • Ignorou a tortura e sempre encampou as versões oficiais em relação aos desaparecidos políticos.
  • Boicotou a Campanha das Diretas enquanto pôde. É dessa época a frase: “O povo não é bobo. Abaixo a Rede Globo”.
  • Seu
    núcleo de Jornalismo distorce as notícias, manipula dados estatísticos,
    omite, deforma e ficciona a História brasileira e mundial. Por isso, o
    Jornal Nacional tem o apelido carinhoso de Ilha da Fantasia.
  • A
    Globo atuou e atua abertamente dentro do Congresso Nacional,
    pressionando e corrompendo os deputados, com o objetivo de atender a
    interesses próprios como o de melar a votação sobre as mudanças na Lei
    de Concessão de Canais de TV e Emissoras de Rádio.
  • Quando
    brasileiros viajam ao exterior e alguém fica sabendo que são
    brasileiros, sempre perguntam: “Ah, você é daquele país que é governado
    por um canal de televisão?”
  • Através
    das telenovelas, a TV Globo uniformizou até a fala do brasileiro,
    destruindo o folclore, a cultura, os sotaques e dialetos regionais.
Clique aqui
e faça o download do documentário "Muito Além do Cidadão Kane", de
Simon Hartog, produzido em 1993 pelo Channel 4 para a BBC. O
documentário discute o poder da Rede Globo e teve sua exibição proibida
no Brasil.

Clique aqui para assistir a esse documentário online.

Clique aqui e leia algumas passagens interessantes a respeito da Globo.

BOICOTEMOS O CONGLOMERADO GLOBO.

Como a mais bela tribo dos mais belos índios

Filed under: News and politics — highness4435 @ 4:39 am



À
guisa de resposta, ele disse que havia lendas prevendo a queda do homem
branco por meio de alguma grande catástrofe — fogo, fome, enchente, uma
coisa assim.

— Por que não simplesmente pela ambição e ignorância? — aparteei.

É — disse ele —, o índio acredita que, quando chegar a hora, só os que
são fortes e resistentes vão sobreviver. Eles nunca aceitaram nosso modo
de vida. Não olham para nós como superiores a eles em nada. Toleram a
gente, só isso. Por mais educados que sejam, sempre voltam para a tribo.
Só estão esperando a gente morrer, acho.

Fiquei
deliciado ao ouvir isso. Seria maravilhoso, pensei comigo, se um dia
eles fossem capazes de se levantar em grande número e nos empurrar para o
mar, tomar de volta a terra que roubamos deles, destruir nossas cidades
ou usá-las como terreiro de festas.



Henry Miller

do livro Pesadelo Refrigerado

A democracia de Atenas funcionava… em Atenas

Filed under: News and politics — highness4435 @ 3:23 am


As características da democracia
ateniense – espírito de identidade, patriotismo, culto às tradições,
reverência pelo passado, supremacia do interesse nacional – são
requisitos essenciais de cidadania, bastante familiares aos nossos
militares. E são também – não é estranho? – completamente opostos ao
projeto dos apátridas e ongueiros que nos governam.

Este é o sexto artigo sobre democracia. No último, falamos sobre a democracia representativa, mostrando a aberração desse regime no caso brasileiro. Vejamos agora um modelo alternativo.

Atenas foi, desde o século V até 322 AC, uma estável e próspera democracia, tão autêntica que operava mediante a participação dos cidadãos em todos os escalões do governo, sem intermediação de representantes ou deputados. A democracia ateniense é até hoje o modelo universal mais admirado como ideal em matéria de governo.

A democracia ateniense era exercida diretamente pelos cidadãos de Atenas, e somente por eles.
Todos os demais – estrangeiros residentes e escravos – eram excluídos. E
a exclusão era para valer, porque a coisa mais difícil na Grécia
clássica era tornar-se cidadão de qualquer das cidades-estados nas quais
a nação se dividia. Em Atenas, por exemplo, o estrangeiro só obtinha a
cidadania mediante aprovação da assembléia popular e ainda assim, a
decisão podia ser contestada judicialmente, caso houvesse suspeita
quanto ao mérito da concessão. O naturalizado podia participar da
política, mas o exercício de cargos públicos só seria permitido aos seus
descendentes, se fossem filhos de mãe ateniense.

Note que na Grécia o conceito de estrangeiro não se referia
apenas a gente estranha, vinda de longe. Qualquer oriundo de outra
cidade da própria Grécia era estrangeiro nas demais. Testemunho desse
fato é a célebre oração de Sócrates no Crito, de Platão. Tendo
Sócrates sido condenado à morte pelo tribunal popular de Atenas, seus
discípulos tramaram plano de fuga, mediante o qual poderia asilar-se
noutra cidade grega. Sócrates recusou, demonstrando que, embora
injustamente condenado, era melhor morrer dignamente como cidadão na sua
pátria, do que viver de favor, como estrangeiro, noutro lugar.

Pergunta: era especificamente grego esse arraigado
sentimento de apego à comunidade? Não. Os gregos, convém lembrar, eram
povo jovem, recém-saído do estágio tribal e cada cidade-estado era
habitada por clã cujos membros se consideravam descendentes de
antepassado comum. O sangue determinava a identidade do grupo e a sua sobrevivência começava pela defesa e preservação dessa identidade. O apego às tradições, o culto dos antepassados, o arraigado patriotismo – afinal, pátria é termo de origem grega – eram os fundamentos da ordem social.
Ora, traços semelhantes podem ser observados em todos os povos no mesmo
estágio histórico, desde as doze tribos de Israel aos povos nórdicos da
Europa, os indígenas brasileiros, as tribos africanas, etc. Trata-se de
característica universal, indelevelmente determinada
pelo fato de que a Humanidade viveu a sua longa pré-história – mais de
150 mil anos – nessa condição.

Outra pergunta: a exclusão política em Atenas não era incompatível com democracia? Muito ao contrário, a exclusão era essencial à democracia ateniense. Para entender, é preciso relacionar exclusão com identidade e igualdade.

Em artigo anterior, comentando o conceito de democracia de
Aristóteles, vimos que esta só é praticável no caso de comunidade em que
todos os membros sejam naturalmente iguais. Ou seja, a igualdade
não é estabelecida por lei, nem imposta de cima para baixo: é algo
preexistente, a partir de que se institui a democracia. É o que ocorre
no exemplo do condomínio residencial brasileiro, nosso modelo de mini-democracia: todos são iguais na condição de proprietários. Da mesma forma, na democracia ateniense todos eram iguais na de cidadãos.
Não é o condomínio que faz o proprietário, nem é a democracia que
nomeia o cidadão ao contrário, é o proprietário que estabelece o
condomínio, e é o cidadão que institui a democracia.

Igualdade, em democracias como a de Atenas, não passa de outro nome para identidade,
a qual consiste em encarnar os interesses do seu grupo, os quais
existem em permanente confronto com interesses antagônicos. É essencial
que todos se sintam do mesmo lado. E, naturalmente, para que exista um lado, é necessário que exista o outro.

Democracias não existem no vácuo: são Estados nacionais.
E toda a nação, com seus próprios interesses, só existe em
contraposição a outras nações, com seus respectivos e simétricos
interesses nacionais. Nesse universo, nações sem identidade condenam-se a
desaparecer. Daí a essencial importância da identidade nacional, a qual, nas democracias, se materializa na coletividade de cidadãos, por ela, e somente por ela, unidos no interesse comum. É, portanto, na identidade nacional que reside a igualdade natural com a qual se constroem as democracias.

Esses conceitos nos permitem considerar sob nova luz a questão
crucial das democracias: a sua irresistível tendência a degenerar em tiranias populistas. O principal fator de degeneração das democracias
é a contínua ameaça da maioria contra a minoria, impossível de evitar,
por mais "freios e contrapesos" que as Constituições inventem para
impedir a ditadura da maioria. Como se explica, então, a estabilidade da democracia em Atenas?

A democracia ateniense não degenerava porque todos estavam do mesmo
lado, ligados pela condição exclusiva de cidadãos. Na Grécia, onde cada
cidade-estado só cuidava de si, ser cidadão implicava acima de tudo ser incondicionalmente patriota,
ou seja, estar do lado da sua pátria com relação às dos outros. Nesse
contexto, o domínio da maioria nunca chegava a ser opressivo para a
minoria porque todos tinham idêntico interesse comum.

É o que sucede no nosso exemplo do condomínio residencial brasileiro.
Fatalmente, por questão aritmética, a maioria sempre vence nas
assembléias. A minoria pode até não gostar, pois sempre há divergências
quanto ao modo de administrar o patrimônio comum. Mas não existe o caso
da maioria aproveitar-se para violar os princípios fundamentais da
existência do condomínio – atear fogo ao prédio, expulsar a minoria,
promover a invasão do espaço comum, etc. Isso é inconcebível porque,
embora possam divergir sobre elevadores, lixeiras e jardins, todos os
condôminos têm interesse comum na preservação do condomínio. Do mesmo
modo, nas democracias baseadas na identidade nacional, as facções podem
divergir, mas nunca ao ponto de formar maiorias capazes de eliminar ou
escravizar a minoria, ou de destruir ou alienar o patrimônio comum. A identidade é a salvaguarda de todos contra o surgimento de maioria antagônica. Quando a identidade comum é dissolvida, por imigração descontrolada, por conscientizações de gênero, raça ou credo, ou por ideologias de lutas de classes, abre-se o caminho para a tirania.

Se isso for verdade, duas questões pairam no ar. Primeira: sendo a participação
na democracia ateniense exclusiva dos cidadãos, qual a sorte dos
estrangeiros e dos escravos nesse regime? Segunda: sendo Atenas tão
diferente do Brasil, que utilidade tem para nós o seu modelo de
democracia? Não dá para responder neste espaço, mas já podemos adiantar
algumas conclusões. O leitor atento terá notado que as características
da democracia ateniense – espírito de identidade, patriotismo, culto às tradições, reverência pelo passado, supremacia do interesse nacional – são requisitos essenciais de cidadania, bastante familiares aos nossos militares. E são também – não é estranho? – completamente opostos ao projeto dos apátridas e ongueiros
que nos governam. Essa gente, que fala em nome da "democracia", é
visceralmente contrária ao que identificamos como elementos essenciais
de qualquer democracia de verdade. Para chegar ao poder, exploram a
desunião nacional, o ódio de classes, o ressentimento de raças. Mas sua
obsessão destrutiva não se limita ao âmbito da política nacional ou da
economia: com vigarices freudistas e pós-modernas, atacam
também o pilar fundamental da sociedade, a família, institucionalizando a
revolta de mulheres contra maridos, de filhos contra os pais e de
irmãos contra irmãos, tudo sob o pretexto de combater as raízes do
"autoritarismo" para, pasmem, proporcionar "democracia". Uma vez no
governo, empenham-se absurdamente em construir, sempre em nome da sua
"democracia", utopias universais, sem limites ou fronteiras, nas quais
só haverá "minorias" sem maioria, a conviver num mundo "multicultural" e
sem antagonismos, no qual sequer haverá lados a escolher. Nesse afã,
chegam até a mencionar Atenas como exemplo a ser seguido, desde que
corrigido de alguns "defeitos" que de fato eram as qualidades essenciais da democracia ateniense, enquanto durou. É óbvio que há algo errado nessa história.

Quem são, então, os verdadeiros defensores da democracia?

Bilderberg 2010

Filed under: News and politics — highness4435 @ 2:43 am

O 58º encontro do grupo Bilderberg aconteceu entre os dias 3 e 6 de
junho de 2010, na Espanha. O local escolhido desta vez foi Sitges, uma
pequena cidade costeira da Catalunha com 25 mil habitantes, a cerca de
40 km de Barcelona.

Estes encontros anuais reúnem diversas personalidades políticas e dos
grandes conglomerados multinacionais. Devido ao peso da influência
política, financeira e econômica de seus participantes, o autor do livro
“A verdadeira História do Clube Bilderberg”,
Daniel Estulin foi convidado pelo deputado italiano Mario Borghezio,
para expor a 01 de junho no Parlamento Europeu suas considerações sobre
as atividades do grupo Bilderberg.


Daniel Estulin: a ideologia deles é erigir uma “One World Company Ltd.”

Medidas de segurança

Toda região do encontro foi marcada com forte esquema de segurança.
As ruas de acesso ao Dolce Hotel foram interditadas; um helicóptero
sobrevoava constantemente a área. Cerca de 300 policiais faziam o
patrulhamento de todo perímetro do hotel e impediam que jornalistas e
ativistas registrassem os convidados.

Quem aparentasse ser repórter da mídia alternativa era abordado pela
polícia, que os revistavam à procura de câmeras fotográficas. Isso
aconteceu com o blogueiro do site Alles Schall und Rauch , o qual foi ameaçado de prisão por 32 horas caso não apagasse a memória de sua câmera digital. O jornalista do The Guardian, Charley Skelton também foi abordado.


Quem não se comportava era retirado pela segurança local

O despertar de um jornalista

O caso do jornalista Charley Skelton é interessante por mostrar como
ele mudou de opinião sobre os encontros do grupo Bilderberg. Na entrevista abaixo ele descreve sua experiência:

Freeman: Você esteve na Grécia no último encontro do Clube
Bilderberg e agora aqui na Espanha. Comparando Vouliagmeni e Sitges,
quais são as semelhanças e diferenças?

Charley: A semelhança é espantosa. Até parece idêntico.
Novamente temos um ponto turístico no litoral, com um luxuoso hotel
sobre a colina e o acesso por ruas estreitas. É como um déjà vu e
eu me pergunto, onde estou, em Vouliagmeni ou Sitges? Novamente a
polícia está por toda parte, centenas deles. Visto assim, é muito
semelhante. Mas por outro lado, é totalmente diferente, pois no último
ano estiveram duas pessoas de vocês lá, Paul da Romênia, Gerhard
Wisnewski, Jim Tucker, alguns outros e eu, não mais de uma dúzia. Todos
se abrigaram no mesmo hotel e nos reunimos à noite, juntos à mesa. Aqui é
bem diferente, há muito mais mídias alternativas e a mídia estabelecida
está presente, acontecem entrevistas, muitas emissoras da Espanha fazem
suas reportagens etc. A mídia britânica também está presente. Teve um
artigo no “Independent” e eu trabalho aqui para o site do “Guardian”, eu
acredito que eles irão colocar meu artigo na edição impressa, isso é
uma excelente novidade. Há alguns dias eu concedi uma entrevista à rádio
BBC 4… está chegando no mainstream, estão falando sobre isso e
não mais rotulando como “teoria da conspiração”. Eles escrevem que
acontece a conferência Bilderberg, estas são as pessoas que comparecem,
esta é sua possível agenda… isso é completamente novo.

Freeman: Agora, no terceiro dia, qual é sua mais marcante impressão?

Charley: Eu acho que os espanhóis e também a polícia estão
muito mais sensíveis para a coisa do que na Grécia. Em Vouliagmeni eu
fui agredido fisicamente… aqui eles viram os olhos e acontece segundo o
lema, “nós cumprimos nosso dever”, mas eu sinto muita simpatia e eles
escolheram um local na Catalunha, que é conhecida pela sua
independência. Foi o centro de resistência contra Franco, Visto assim,
os Bilderberg fizeram uma má escolha, embora eles de forma alguma sejam
tolos.

Freeman: Sim, mas fizeram a escolha certa quanto ao hotel, pois é bastante retirado e de difícil acesso.

Charley: Sim, isto é correto, muito difícil. Por isso existem
pessoas que rastejam pelo mato, do outro lado, e tentam lá da colina
chegar mais próximo ao hotel para identificar os participantes. Por isso
eu me pergunto, é necessária tanta segurança? Eles não poderiam
simplesmente conversar conosco sobre o que fazem lá?

Freeman: Sim, certo. Agora se me permite um observação, no
último ano você foi para a Grécia com certa ingenuidade, mas mudou
rapidamente sua opinião, especialmente quando foi mal-tratado. Em sua
opinião, quem são na realidade os Bilderberg?

Charley: Boa pergunta. As pessoas falam da conspiração dos
Bilderberg, eu falo sobre a conferência Bilderberg, uma conferência de 4
dias muito importante… não se trata aqui de um jogo. Eles reservam
quatro dias de suas agendas lotadas. E olhe só quem está aqui?Timothy
Geithner, o secretário da fazenda dos EUA, o chefe do Deutsche Bank,
Josef Ackermann, o presidente do Barclays Bank etc. Políticos do
alto-escalão, banqueiros, presidentes de multinacionais etc… e eles
não estão aqui para gozar o sol. Portanto, essa é minha tese, trata-se
aqui de temas mais sérios. Segundo, é um encontro dos poderosos e dos
não tão poderosos. Existe dois níveis aqui: as pessoas escolhidas que
não têm muito poder e aquelas que dizem o que acontece, ou seja, entre
aqueles que acham ter poder, mas na realidade não têm, os chefes de
Estado e ministros, e aqueles que realmente têm o poder, ou seja os
super-poderosos e os menos poderosos. Por isso temos que saber do que se
trata, o que os representantes eleitos conversam com os magnatas não
eleitos. Por isso aumentou o interesse da mídia e não é exigir muito
saber o que acontece ali.

Freeman: o que você diz do fato de vermos aqui mais pessoas
dos chamados movimentos pela verdade, tanta pessoa jovem que querem
ajudar. Por um lado protestar, mas também ajudar a investigar. O que
você acha disso?

Charley: Nós vemos aqui um novo tipo de pessoa, jovem,
interessado na política, jornalista de guerrilha, que registram os fatos
e colocam no youtube ou publicam em suas páginas na rede, um exército
de pessoas que reagem rápido, conscientes em política e mídia.

Freeman: Isso é um ótimo sinal, um sinal de esperança, ou não?

Charley: Sim, não é ainda um exército, mas uma boa tropa.

Freeman: Nós reportamos online e ao vivo para todo o mundo, mostrando aquilo que provavelmente não seria tornado público.

Charley: Sim, e por isso a internet é tão importante.

Freeman: Obrigado pela conversa, Charley.

A polícia a favor dos manifestantes

O que mais surpreende na relação entre forças de segurança e
ativistas é a gradual compreensão dos protestos por parte dos policiais.
Diversos relatos mostram que com o passar dos dias, houve uma crescente
harmonia entre as partes, chegando ao ponto de vários policiais
afirmarem que o trabalho das mídias alternativas é correto e de se
admirar. Mais pessoas devem conhecer o que acontece por aqui.

O policial que ameaçou prender o blogueiro do Alles Schall und Rauch
mostrou-se mais tolerante e permitiu a realização de fotos mais próximas
ao local. Um aperto de mão passou a limpo o mal-entendido. Parece que
os próprios policiais estão fartos deste joguinho de gato e rato,
parecem não compactuar com esse tipo de proteção dos plutocratas através
o dinheiro dos próprios contribuintes!

O comandante da polícia em Sitges demonstrou extra-oficialmente ao
jornalista Charley Skelton sua simpatia pelo trabalho dos ativistas:
“vocês jovens fazem um grande serviço, nós admiramos vocês”. Ele teria
ainda apontado para o hotel e dito “eu não gosto dessa gente”.


Robert Zoellick, presidente do banco mundial, saindo do hotel

Lista dos participantes

A lista dos participantes do encontro deste ano foi divulgada no site bilderbergmeetings.org. Mas esta lista é incompleta, pois existem inúmeros participantes que querem anonimato e estes devem ser identificados.


Extrato da lista dos participantes do Bilderberg 2010

O propósito do Grupo Bilderberg

O site bilderbergmeetings.org parece ser um canal oficial do grupo, através do qual eles querem dirigir a opinião pública a seu respeito.

Numa nota à imprensa divulgada neste site, podemos ler os tópicos que
foram abordados na reunião: reforma financeira, segurança,
cyber-tecnologia, energia, Paquistão, Afeganistão, problema da fome
mundial, esfriamento global, rede social, medicina e relações entre EUA e
Europa.

Mas nós sabemos que estes jargões utilizados pelo politicamente correto
devem ser interpretados sob a ótica do mundo real em que vivemos:
Reforma Financeira significa manter o sistema totalmente desregulado.
Segurança está claro, ela deve ser ampliada com mais falsos ataques
terroristas. Cyber-tecnologia significa censura na internet. Energia é
assegurar os pontos estratégicos de petróleo e gás natural. No Paquistão
e Afeganistão é necessário manter o estado de guerra, assegurando assim
a colheita de ópio. Fome mundial trata da industrialização de gêneros
alimentícios, mantendo a humanidade dependente dos grandes
conglomerados.

“Esfriamento global”

Este ponto é o mais impressionante da agenda: passamos para uma total
reviravolta da discussão sobre o clima. Agora não existe mais o perigo
de um aquecimento global; é inacreditável como somos alvos das mais
descaradas chicanas: primeiro todo aquele pânico devido ao malvado CO2,
imposto sobre CO2 etc. E agora tentam inserir na agenda o esfriamento!
Nenhum trapaceiro comum iria se comportar assim, somente psicopatas
criam algo desta natureza… sem moral, consciência, remorso ou
escrúpulo.

Rede Social

Aqui trata-se em como lidar com o despertar político da humanidade,
como manter o monopólio das agências de notícias e das mídias de massa
submissas. As pessoas começam a se informar por outras fontes e boicotam
estas mídias. Isso não pode acontecer. Quanto à ciência médica, pudemos
ver como ela é muito importante através da terrível pandemia da sonhada
gripe suína.

O site afirma ainda que os encontros acontecem somente uma vez por
ano, mas isso é uma mentira. Acontecem diversos encontros ao longo do
ano, especialmente os encontros executivos que decide sobre tudo. Outros
encontros se dão dentro do escopo dos subgrupos: Comissão Trilateral e Council on Foreign Relation.

O silêncio na mídia

Alguns veículos de comunicação reportaram sobre o evento do grupo
Bilderberg, poucos apenas, nada mais do que se pode contar em uma das
mãos. A mídia de massa se silenciou e quem esteve lá, nada passou
adiante. Por quê? Porque as agências de notícias não divulgaram nada,
zero, niente, e se o pipeline das notícias não é
alimentado com essa informação, então nada aparece no outro lado da
linha, nos jornais e emissoras de televisão.

Nem todas as mídias são controladas direta e continuamente, mas basta
controlar o fluxo de informações na fonte, ou seja, nas agências de
notícias e já funciona esplendidamente com a censura.

Além disso, cerca de 1.200 notícias chegam às agências diariamente,
porém, apenas 25 a 30 são utilizadas de fato. E ainda passam por mais
uma triagem. O que nós lemos, ouvimos e assistimos é apenas um pedacinho
do que realmente acontece.

As mídias aplicam um jornalismo Copy & Paste, copiam
somente o que vem das agências de notícias e as passam pra frente. Se
nada chega, então nada há para se divulgar. Investigações próprias e
relevantes não ocorrem mais. Nenhum repórter de alguma grande rede de
televisão ou jornal esteve presente em Sitges, excetuando Charley
Skelton em serviço pelo Guardian e alguém da Rússia Today.

Por que não havia ninguém lá da Holanda, quando sua rainha estava
presente ao encontro. Ninguém apareceu, nenhum paparazzi a espreita para
tirar fotos e vendê-las a alguma revista sensacionalista. Mas aqui
nenhum deles apareceu. A ausência da mídia deve ter sido “orientada” por
terceiros.

Uma rápida busca na ferramenta de busca dos sites das agências de
notícias já nos revela o essencial. Com a palavra-chave “Bilderberg”
nada se encontra. Que surpresa, nenhum artigo sobre eles… nada!!


Reuters – "No results were found"
AP – "There were no matches for your search"

Ou seja, para a Reuters e AP nunca aconteceu uma reunião do grupo
Bilderberg. Se elas não inserem suas notícias no pacote de informações
que vendem às diversas empresas de comunicação existentes ao redor do
mundo, estão nada acontece. Aparentemente, as reportagens das mídias
alternativas sobre os últimos dias em Sitges na Espanha, são apenas
espasmos mentais, as fotos obras do photoshop.

É assim que algo real é falsificado.

A quem pertence a agência Reuters? Se pesquisarmos a história da
agência, vemos que ela foi fundada pelo judeu Israel Beer Josaphat, que
passou a se chamar Paul Julius Reuter, em 1845. Posteriormente, algumas
fontes apontam que sua propriedade passou para as mãos da família
Rothschild no início do século XX. Esta família possuía então nesta
época as principais agências de notícias, como Wolff na Alemanha, Havas
na França, e Reuters na Inglaterra. Com isso eles tinham o monopólio das
informações. Eles podiam retirar seus nomes das manchetes e seus
negócios criminosos, sem que as massas pudessem se dar conta.

O envolvimento dos Rothschild no movimento sionista é demonstrado através da carta de Balfour a Rothschild.
Destacamos a seguinte passagem dos Protocolos Sionistas, supostamente
uma falsificação que teria sido redigido no Primeiro Congresso Sionista,
realizado na Basiléia em 1897, sobre aquelas mídias a serviço da plutocracia:

“Nada será comunicado à sociedade sem nosso controle. Este
resultado já foi alcançado em nossos dias, porque todas as notícias são
recebidas por diversas agências, que as centralizam de toda a parte do
mundo. Essas agências estarão, então, inteiramente em nossas mãos e só
publicarão o que consentirmos.”

Atualmente a agência Reuters pertence à família canadense Thompson,
foi adquirida por 14 bilhões de dólares, seu principal acionário é David
Kenneth Roy Thomson. Na direção da empresa estão dois membros do
Council of Foreign Relations (Rockfeller), Niall FitzGerald e Tom
Glocer. Aqui já podemos perceber porque nada é reportado sobre o
encontro.

Silêncio na mídia brasileira

E como não poderia ser diferente, nossos meios de comunicação aqui no
Brasil permaneceram no mais profundo silêncio em relação ao encontro.
Abaixo apresentamos nossas pesquisas nos mecanismos de busca de algumas
empresas de mídia.

Será que foi o terrível “ditador” da Venezuela que decretou a censura
nas “independentes” mídias brasileiras? Como é possível que elas nada
escrevam sobre um encontro onde os pesos-pesados da atividade econômica
mundial estavam presentes, não permitem qualquer conferência com a
imprensa, evitam ser registrados, utilizam de forte esquema de
segurança, pagos em parte com dinheiro dos próprios contribuintes.

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