Desenvolvimento Contínuo

Maio 6, 2011

Chemtrails & Morgellons – A Lepra Tecnológica

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 9:43 am

Lorrie A. Rhoten Jun 23, 2010
Comentário: Não tenho para onde me virar para encontrar um médico. Meu médico me disse para não abrir essa questão sobre Morgellons porque as pessoas vão pensar que estou louca.
Ele tem me menosprezado, e é muito condescendente.
Estou à mercê do CDC (orgão oficial americano de controle de doenças) para me ajudar a acreditar que eles estão sendo sinceros em descobrir o que está acontecendo
Eu também acredito que este é um acobertamento de alguma sociedade da qual não temos a
menor idéia, e isso parte meu coração.

ALEXIS THOMPSON Jun 24, 2010
Comentário: ESTOU SOFRENDO TERRIVELMENTE. NINGUÉM QUER RECONHECER ESSA DOENÇA HORRÍVEL. POR FAVOR, EU IMPLORO DE JOELHOS. HÁ 3 ANOS ESTOU ME ESCONDENDO. AGORA BASTA!

Anônimo Jul 23, 2010
Comentários: Minha família e eu temos sofrido com isso por 5 anos.
Agora estou completamente incapacitado. Ver minha velha mãe de 82 anos declinar com
essa doença , e meu filho sofrer sem esperança está além das palavras.
Vocês TEM QUE parar com essas evasivas e negligência, jogar limpo e fazer o seu
trabalho mediatamente.
Há muitos, e cada dia mais, que sofrem dessa doença e estão com sua saúde, e em
consequência suas vidas, completamente arruinadas.
Reconheçam essa doença e pesquisem sobre ela e achem ajuda para nós.
AGORA!

1 – Sua capacidade de manipulação mental
2- Suas obras deletérias
3- Seus objetivos
4- Seus métodos
5- Seus disfarces sociais
6- Suas fraquezas e dependências

Muitos trabalhos – e esse é também o objetivo desse vídeo – estão disponíveis fora da mídia “oficial” para nos abrir o espaço mental para esse discernimento.

Espero que o assistam com a devida atenção

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Outubro 13, 2010

1984 – o livro que matou George Orwell

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 10:44 am

1984, o livro que matou George Orwell

Em 1946, o editor David Astor emprestou a George Orwell uma afastada fazenda escocesa na qual pudesse escrever seu novo livro, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro. A obra se tornou um dos mais importantes romances do século XX. Aqui, Robert McCrum conta a atrativa história da torturante estadia de Orwell na ilha onde prestes a morrer e sitiado por demônios criativos, engajou-se numa corrida febril para terminar o livro

 George Orwell
 
Robert McCrum
 
Texto publicado pelo “Observer“. Traduzido especialmente para Revista Bula por Amanda Górski.

“Era um dia claro e frio de Abril, e os relógios marcavam uma da tarde.”

 
Sessenta anos após a publicação da obra-prima de Orwell, “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro”, essa primeira frase parece mais natural e atrativa que nunca. Mas quando vemos o manuscrito original, encontramos algo a mais: não tanto o toque de claridade, mas as correções obsessivas, em diferentes borrões de tinta, as quais revelam o tumulto extraordinário por trás da composição.
 
Sendo provavelmente o romance definitivo do século XX, e uma história que permanece eternamente recente e contemporânea, cujos termos como “Big Brother”, “Duplipensar” e “Novilíngua” tornaram-se parte do cotidiano, “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro” foi traduzido para mais de 65 línguas e teve milhares de cópias vendidas pelo mundo, conferindo a George Orwell um lugar único no mundo literário.
 
“Orweliano” é agora um símbolo universal para qualquer coisa repressiva ou totalitária, e a história de Winston Smith, um homem comum para seus tempos, continua a ressoar para os leitores cujos medos do futuro são bem diferentes dos daquele de um escritor inglês, de meados dos anos 40.
 
As circunstâncias que cercam o processo criativo de “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro” constroem uma narrativa fantasmagórica que ajuda a explicar a desolação da distopia de Orwell. Ali estava um escritor inglês, desesperadamente doente, lutando sozinho contra os demônios de sua imaginação em uma casa escocesa localizada em meio aos resquícios da Segunda Guerra.
 
A ideia de “1984”, cujo título alternativo era “O Último Homem na Europa”, havia sido incubada na cabeça de Orwell desde a guerra civil espanhola. Esse romance, que tem algo da ficção diatópica de Yevgeny Zamyatin, “We”, provavelmente começou a adquirir uma forma definitiva durante o período de 1943 e 44, tempo no qual ele e sua esposa Eileen adotaram seu único filho, Richard. O próprio Orwell alegou ter se inspirado com a reunião dos líderes dos Aliados na Conferência de Tehran em 1944. Isaac Deutscher, um amigo, reportou que Orwell estava “convencido de que Stálin, Churchil e Roosevelt conscientemente traçaram um mapa para dividir o mundo” em Tehran.
 
Orwell trabalhou para o “Observer” (Jornal Britânico) de David Astor desde 1942, primeiro como revisor de livros, e depois como correspondente. O editor declarou ter grande admiração pela “absoluta retidão, honestidade e decência” de Orwell. A proximidade de sua amizade foi crucial para a história de 1984.
 
A vida criativa de Orwell já havia beneficiado sua associação com o “Observer” na confecção de textos de “Animal Farm” (“A Revolução Dos Bichos”). Como o chamado para a guerra estava próximo, a interação frutífera de ficção e jornalismo de domingo poderia contribuir para a mais obscura e complexa obra que ele tinha em mente. Nas revisões dos livros do “Observer”, por exemplo, ele era fascinado pela relação entre moralidade e linguagem.
 
George Orwell com o filho Richard Blair

George Orwell com o filho Richard Blair
 
Havia outras influências em seu trabalho. Logo após a adoção de Richard, as economias de Orwell foram completamente destruídas. A atmosfera de terror inconstante na vida diária dos tempos de guerra em Londres tornou-se integral com o sentimento do romance em progresso. O pior estava por vir. Em março de 1945, enquanto estava cumprindo o contrato com o “Observer” na Europa, Orwell recebeu a notícia de que sua esposa, Eileen, havia morrido por causa da anestesia em uma cirurgia corriqueira.
 
De repente ele ficara viúvo e pai solteiro, ganhando a vida com muita dificuldade nos alojamentos de Islington, e trabalhando incessantemente para esquecer o fluxo de remorso e dor causados pela morte prematura de sua esposa. Em 1945, por exemplo, ele escreveu quase 110.000 palavras para várias publicações, incluindo 15 revisões de livros para o “Observer”.
 
Então Astor interferiu. Sua família possuía um pedaço de terra em uma remota ilha escocesa chamada Jura, perto de Islay. Havia uma casa, Barnhill, sete milhas de Ardlussa no remoto recanto nórdico cheio de montanhas rochosas em Inner Hebrides (um arquipélago à costa oeste da Escócia). Inicialmente, Astor ofereceu a casa a Orwell por um final de semana.
 
Em maio de 46, Orwell, ainda juntando os cacos de sua vida, pegou o trem para a longa e árdua viagem para Jura. Ele disse a seu amigo Arthur Koestler que isso era “quase como pegar um navio lotado para o ártico”.
 
Era uma mudança arriscada; Orwell não estava bem de saúde. O inverno de 1946/47 foi um dos mais frios do século. O Posto de Saúde britânico estava acabado naqueles tempos de guerra, e ele sempre sofreu de problemas respiratórios. Ao menos, afastado das irritações da Londres literária, ele estava livre para se debruçar sobre o novo romance sem quaisquer impedimentos. “Sufocado pelo jornalismo”, como ele disse a um amigo, “Me tornei mais ou menos como uma laranja chupada”. 
 
Ironicamente, parte das dificuldades de Orwell vieram do sucesso com “Animal Farm”, seu livro. Após anos de negligência e indiferença, o mundo estava despertando para a genialidade dele. “Todos ficam vindo até mim”, ele reclamava para Koestler, “querendo que eu escreva, com comissão para folhetos, querendo que eu aceite isso ou aquilo, etc. —  você não sabe como desejo me livrar disso tudo e ter tempo para pensar novamente”.
 
Em Jura ele estaria livre dessas distrações, mas a promessa de liberdade criativa numa ilha em Hebrides veio com um preço a pagar. Anos antes, no artigo “Por que Eu Escrevo”, ele descreveu o esforço necessário para completar um livro: “Escrever um livro é horrível, o esforço é exaustivo, como a crise de alguma doença dolorosa. Uma pessoa jamais se sujeitaria a tal se não for dirigida por algum demônio, o qual não se pode resistir ou compreender. Esse demônio é o mesmo instinto que faz um bebê espernear por atenção. Mas ao mesmo tempo é tão verdadeiro que faz a pessoa poder escrever nada que seja ‘bom de se ler’, a menos que o autor se esforce constantemente para encarar sua própria personalidade”. Então a famosa citação Orwelliana: “Uma boa prosa é como a vidraça de uma janela”.
 
Desde a primavera de 1947 até sua morte em 1950, Orwell reorganizou cada aspecto de seu empenho da forma mais dolorosa que se possa imaginar. Particularmente, talvez, ele tenha experimentado a sobreposição entre a teoria e a prática. Ele sempre obteve sucesso na adversidade auto-imposta.
 
Primeiramente, após um “inverno quase intolerável”, ele se satisfez na solitária e selvagem beleza de Jura. “Estou me debatendo com esse livro”, escreveu a seu agente, “que eu possa terminar no final do ano — de qualquer forma eu terei passado pela pior parte até que possa me manter à distância do trabalho jornalístico até o outono”.
 
Barnhill, acima do mar no alto de uma estrada sem movimento, não era grande, com quatro quartos em cima de uma espaçosa cozinha. A vida era simples, até mesmo primitiva. Não havia eletricidade. Orwell usava aquecedor a gás para cozinhar e aquecer água. As lamparinas queimavam a parafina. À tarde ele queimava turfa. Ele ainda fumava grandes e finos cigarros negros: a fumaça na casa era cômoda, mas nem um pouco saudável. Um rádio à bateria era a única conexão com o mundo externo.
 
Orwell, um cavalheiro, não apegado às coisas mundanas, chegou apenas com um saco de dormir, uma mesa, um par de cadeiras e alguns potes e panelas. Era uma existência à parte, mas supria todas as condições sob as quais ele gostava de trabalhar. Ele é lembrado aqui como um fantasma no nevoeiro, como uma figura esquelética em uma capa.
 
Os nativos o conheciam por seu nome verdadeiro, Eric Blair, um homem tristonho, cadavérico e alto que se preocupava em como enfrentar a si mesmo. A solução, quando se juntaram a ele o bebê Richard e sua babá, foi recrutar sua irmã, Avril. Richard Blair lembra que seu pai “não poderia ter feito isso sem Avril. Ela era uma excelente cozinheira, e muito prática. Nenhum dos relatórios da época de meu pai em Jura podem constatar o quanto ela foi essencial”.
 
Assim que seu novo regime foi estabelecido, Orwell pôde finalmente traçar um começo para o livro. No final de maio de 1947 ele disse a seu editor, Fred Warburg: “Acho que devo ter escrito um terço do esboço. Eu não cheguei tão longe, pois fui acometido da ‘saúde desgraçada’ desde Janeiro (meu peito, como sempre) e não pude me livrar disto”.
 
Preocupado com a impaciência de seu editor com a novela, Orwell acrescentou: “É claro que o esboço é sempre uma bagunça com pouca ligação com o resultado final, mas ao mesmo tempo, é o principal de todo o trabalho”. Ainda assim, ele pressionava, e no final de Julho, previa um esboço completo para o final de outubro. Depois disso, ele precisaria de mais seis meses para polir o texto para publicação. Mas então, houve um desastre.
 
Parte do prazer de viver em Jura era que ele e seu jovem filho podiam aproveitar a vida ao ar livre juntos, eles podiam pescar, explorar a ilha, e passear por ai em barcos. Em agosto, durante um fascinante verão, Orwell, Avril, Richard e alguns amigos, enquanto voltavam do alto da costa em um pequeno barco a motor, foram jogados em meio ao famoso redemoinho de Corryvreckan.
 
Barnhill, em Jura, onde George Orwell escreveu

Barnhill, em Jura, onde George Orwell escreveu “1984” 

 
Richard Blair lembra quando ficou “com o sangue congelado” nas águas de frio intenso, e Orwell, cuja constante tosse preocupava os amigos, teve os pulmões ainda mais comprometidos. Dentro de dois meses ele ficaria seriamente doente. Tipicamente, sua carta a David Astor dessa escapada difícil foi breve, e até mesmo indiferente.
 
O grande esforço com “O Último Homem na Europa” continuou. No final de outubro de 1947, molestado pela “saúde desgraçada”, Orwell admitiu que seu romance ainda era “uma bagunça mortal e quase dois terços disso teriam que ser completamente redigitados”. 
 
Ele trabalhava a passos largos, inconstantes. Os visitantes de Barnhill se lembram do som de sua máquina de datilografar vindo de seu quarto, na parte de cima da casa. Então, em novembro, cuidado pela zelosa Avril, ele teve uma prostração repentina por causa de uma “inflamação nos pulmões” e disse a Koestler que estava “muito mal, de cama”. Logo antes do Natal, em uma carta a um colega do “Observer”, ele acabou com as notícias de que já havia morrido. Finalmente teve seu diagnóstico de tuberculose.
 
Alguns dias depois, escrevendo para Astor do hospital Hairmyres, ele admitiu: “Sinto-me muito doente”, e reconheceu que, depois que a doença o pegou após o incidente do redemoinho de Corryvreckan, “como um tolo, eu decidi não ir ao médico — eu queria terminar o livro que estava escrevendo”. Em 1947 não havia cura para tuberculose — os médicos prescreviam ar puro e uma dieta regulada — mas havia uma droga experimental no mercado, a estreptomicina. Astor pediu uma encomenda de Hairmyres, dos EUA.
 
Richard Blair acredita que seu pai recebeu doses excessivas do novo remédio milagroso. Os efeitos colaterais eram horríveis (úlcera na garganta, bolhas na boca, perda de cabelo, descascamento da pele e desintegração dos dedos e unhas), mas em março de 1948, depois de três meses, os sintomas da tuberculose desapareceram. “É como afundar o barco para se livrar dos ratos, mas vale, se funcionar”.
 
Enquanto se preparava para deixar o hospital, Orwell recebeu uma carta de seu editor que, atrasado, seria outro prego em seu caixão. “É extremamente importante”, escreveu Warburg para seu autor, “do ponto de vista de sua carreira literária, conseguir isso (o romance) até o final do ano, o mais breve possível”.
 
Quando deveria estar convalescendo, Orwell voltou a Barnhill, e mergulhou na revisão de seu manuscrito, prometendo a Warburg entregar no “começo de dezembro”, em meio ao mau tempo do outono em Jura. No comecinho de outubro ele confidenciou a Astor: “Eu me acostumei tanto a escrever na cama que penso preferir isso, embora, é claro, seja um tanto desajeitado para datilografar aqui. Estou lutando com os últimos estágios desse livro sangrento (que é) sobre o possível estado de encontros, se a guerra nuclear não for conclusiva”.
 
Essa é uma das raras alusões exageradas de Orwell ao tema deste livro. Ele acreditava, assim como vários autores, que dava azar falar sobre o livro durante a produção. Mais tarde, para Anthony Powell, ele descreveu a obra como “uma Utopia escrita na forma de romance”. A digitação da cópia original de “O Último Homem da Europa” se tornou outra dimensão da batalha de Orwell com seu livro. Quando mais ele revisava seu “inacreditavelmente horrível” manuscrito, mais se tornava um documento que apenas ele podia ler e interpretar. Era, como ele disse a seu agente, “extremamente longo, com mais de 125.000 palavras”. Com característica franqueza, ele declarou: “Não estou satisfeito com o livro, mas não estou absolutamente não satisfeito… Acho que ele é uma boa ideia, mas a execução seria melhor se eu não tivesse escrito sob a influência da tuberculose”.
 
E ele ainda estava indeciso sobre o título: “Estou inclinado a chamar o livro de ‘MIL NOVECENTOS E OITENTA E QUATRO’ ou ‘O ÚLTIMO HOMEM NA EUROPA’,” e escreveu, “mas provavelmente posso pensar em outro título nas próximas semanas”. No final de outubro, Orwell acreditava que tivesse acabado. Agora ele apenas precisava de um estenógrafo para ajudar a colocar tudo em ordem, de modo que fizesse sentido.
 
Era uma corrida desesperada contra o tempo. A saúde de Orwell estava se deteriorando, e “inacreditavelmente horrível”, o manuscrito precisava ser redigitado, e o final de dezembro já rondava. Warburg prometeu ajudar, e também o agente de Orwell. Não se entendendo com os digitadores, eles conseguiram deixar a situação ainda pior. Orwell, sentindo a ajuda fora de alcance, resolveu seguir os seus instintos de “ex-garoto-de-escola-pública”: faria sozinho.
 
No meio de novembro, muito fraco para andar, ele se refugiou na cama com o equipamento para a “horrível tarefa” de digitar o livro em sua “decrépita máquina de datilografia”, sozinho. Sustentado por infinitos inimigos, xícaras de café, chá forte e pelo calor da parafina, com ventos fortes esbofeteando Barnhill, noite e dia, ele continuou. Em 30 de novembro de 1948, estava virtualmente pronto.
 
As páginas digitadas de George Orwell chegaram a Londres no meio de dezembro, como prometido. Warburg reconheceu sua qualidade imediatamente (“dentre os mais horrorosos livros que já li”) e assim fizeram também muitos de seus colegas.
 
Um memorando interno declarou: “se não conseguirmos vender de 15 a 20 mil cópias, temos que levar um tiro”!
 
Então Orwell partiu de Jura rumo a um hospital especializado em tuberculose, em Cotswolds. “Eu deveria ter feito isso há dois meses,” disse a Astor, “mas eu queria terminar aquele livro sangrento”. Novamente Astor se dedicou em monitorar o tratamento de seu amigo, mas o especialista responsável por Orwell estava bastante pessimista.
 
Assim que os comentários sobre o “1984” começaram a circular, os instintos jornalísticos de Astor vieram à tona e ele começou a planejar um perfil do “Observer”, um elogio significativo, mas a ideia foi recebida por Orwell com um “certo alarme”. Assim que a primavera chegou, ele começou a cuspir sangue, e sentia-se “desconfortável na maior parte do tempo”, mas ainda era capaz de envolver-se nos rituais de pré-publicação do romance, registrando “boas notícias” com satisfação. Ele brincava com Astor que não o surpreenderia se ele “tivesse que trocar aquele perfil por um obituário”. 
 
“Mil Novecentos e Oitenta e Quatro” foi publicado em 8 de junho de 1949 (cinco dias depois nos EUA) e foi quase que universalmente reconhecido como uma obra-prima, até mesmo por Winston Churchill, que disse a seu médico ter lido duas vezes. A saúde de Orwell continuava a decair. Em outubro de 1949, em seu quarto no Hospital Universitário, ele casou Sonia Brownell com David Astor, como padrinho. Foi um momento de alegria passageira; ele estendeu-se ao novo ano de 1950. Nas poucas horas de 21 de janeiro, sofreu uma hemorragia massiva no hospital e morreu sozinho.
 
As notícias foram transmitidas ao mundo pela BBC, na manhã seguinte. Avril Blair e Richard, ainda em Jura, ouviram a notícia pelo rádio à bateria em Barnhill. Richard Blair não se lembra se o dia estava claro ou frio, mas lembra do choque da notícia: seu pai estava morto, com 46 anos.
 
David Astor arranjou tudo para o funeral de Orwell nos jardins na igreja de Sutton Courtenay, Oxfordshire. Ele jaz lá agora, como Eric Blair, entre HH Asquith e uma família nativa de Gypsies.
 
Túmulo de George Orwell
 
Porque ‘1984’?
 
O título de Orwell permanece um mistério. Alguns dizem que ele estava fazendo alusão ao centenário da Sociedade Fabiana, fundada em 1884. Outros sugerem uma inclinação para o romance de Jack London, “The Iron Heel” (no qual o movimento político veio ao poder em 1984), ou talvez fosse uma das histórias de seu escritor favorito, GK Chesterton, “The Napoleon of Notting Hill”, que se passava em 1984.
 
Em sua edição das “Coleções de Trabalho” (20 volumes), Peter Davison nota que a publicação americana de Orwell declara que o título foi derivado da data invertida, 1948, embora não haja nenhuma evidência ou documentos para provar isso. Davison argumenta que a data 1984 está ligada ao ano de nascimento de Richard Blair, 1944, e afirma que no manuscrito do romance, a narrativa ocorre sucessivamente em 1980, 1982, e finalmente 1984. Não há mistério para a decisão de ele ter abandonado o título “O Último Homem da Europa”. O próprio Orwell sempre esteve incerto sobre isso. Foi seu publicador, Fred Warbug, que sugeriu o título “1984” como mais comercial.
 
Notas:
 
¹ “Big Brother” é o “Grande Irmão”, líder onipresente que a todos observa, através das “Teletelas”.
² “Doublethink” é um termo que significa a capacidade de se ter duas ideias ou crenças contraditórias na mente simultaneamente, e aceitar ambas. Em português o termo foi traduzido por Wilson Velloso (o tradutor da obra no Brasil) como “Duplipensar”.
 
³ “Newspeak” é uma língua fictícia utilizada no livro de Orwell, e é descrita como “a única língua no mundo cujo vocabulário diminui a cada ano.” (Orwell, 1984, p.52) Em português esse termo é tratado como “Novilíngua”. 

Outubro 8, 2010

Hello world!

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 5:03 pm

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

A força da esperança

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 1:59 pm

O fotografo Alberto Korda, cubano, autor da famosa foto do Che Guevara, decidiu apoiar a Revolução Cubana depois que esta criança lhe respondeu que este pedaço de pau era a sua boneca, o seu filho.

Setembro 12, 2010

Qual o atleta com mais ganhos da história?

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 6:39 am

Após a pergunta a gente começa a revisar os grandes nomes do momento 
dos esportes, mais importantes e melhor pagos. Talvez seja Roger
Federer, David Beckham, Lance Armstrong, Ronaldo, Usain Bolt, Tiger
Woods ou Kobe Bryant. Será que a questão leva em consideração os valores com inflação? Afinal 1 milhão de dólares de 1980 não é um milhão atual.

Repassamos
de novo: Michael Jordan ganhava em 1998 mais de 33 milhões de dólares,
talvez Michael Schumacher e sua longa carreira no comando de um Fórmula
1, Pete Sampras… talvez. Quem sabe a resposta?

Segundo a revista Forbes, Tiger Woods é o primeiro esportista a superar ao longo de sua carreira o 1 bilhão de dólares em ganhos. Bom, pois espera um momento. Recentemente, Peter Struck, professor da Universidade de Pensilvânia revelou uma surpresa. Nem tenistas, nem futebolistas, nem golfistas nem nada de nada.

Tiger Woods

Acima de todos, o atleta que mais ganhou dinheiro na história foi… (tambores rufando) Cayo Apuleyo Diocles (quem?), um auriga (quê?).

Diocles, um hispano-romano nascido em Lusitânia, foi o auriga mais laureado da história, e segundo Struck, o esportista com mais ganhos. As corridas de bigas,
imortalizadas no cinema pelo filme Ben-Hur, no Circo Romano eram um
espetáculo para o povão da época e, de certa forma e resguardando as
devidas diferenças, algo similar à atual Fórmula 1.

Os aurigas deviam conduzir suas carruagens puxadas por cavalos
ao longo de 7 voltas no coliseu, um total de 4 quilômetros, em uma
desenfreada e selvagem corrida. Aqueles que conseguissem superar a meta
nos três primeiros lugares recebiam um prêmio.

Auriga na Biga

Diocles
participou durante 24 anos nesta profissão de alto risco, onde a
possibilidade de morrer era considerável, e ao longo desta dilatada
trajetória conseguiu 1.462 vitórias e 861 segundos postos em um total de
4.257 corridas, um registro certamente invejável.

Não obstante, não é a quantidade de vitórias o que faz de Diocles um atleta com grandes ganhos,
outros aurigas ganharam mais corridas que ele, senão o fato de
conseguir as vitórias nos eventos mais importantes, ganhando 1.450.000
sestércios em apenas 29 vitórias.

Auriga na Biga

Segundo
os cálculos de Struck, Diocles juntou uma fortuna total de 35.863.120
sestércios, suficiente para fornecer um grão a toda Roma durante um ano
ou manter o exército romano durante dois meses. Usando esse valor, e
segundo os padrões atuais do exército dos Estados Unidos, Struck estima
que atualmente equivaleria a uns 15 bilhões de dólares. Ao que parece Tiger ainda terá que ganhar muitos torneios para igualar ao nosso intrépido romano.

A fascinação pelo esporte, e suas desmesuradas recompensas, nos acompanham a muito mais tempo do que pensávamos.

Agosto 13, 2010

Favela

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 8:18 pm
favela (é)

s. f.
1. Bras. Conjunto de casebres toscos e miseráveis, geralmente em morros e onde habita gente pobre.
2. Por ext. Lugar de má fama, sítio suspeito, frequentado por desordeiros.
3. Bot. Planta das caatingas baianas.

 
 

Agosto 12, 2010

Dinheiro como Dívida

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 11:11 pm

O mundo está endividado. O mundo está em crise. Quer você se interesse ou não pelo assunto, isto já virou lugar comum. A novidade? A dívida não é conseqüência de um sistema econômico mal gerido, como o noticiário sugere. A dívida É a própria natureza do nosso sistema econômico.

Vamos colocar de outra forma: você precisa de dinheiro e faz um empréstimo no banco. O banco, por sua vez, precisa de dinheiro e faz um empréstimo com o Banco Central. O BC precisa de mais dinheiro pra emprestar, e produz mais dinheiro, do nada, porque não exite mais lastro pra justificar a quantidade de dinheiro em circulação. E este dinheiro novo produzido vira um novo depósito que permite que os bancos emprestem mais dinheiro (em quantias maiores do que o depósito), esperando que em determinado momento ele reveja esta quantia original mais o que ele criou em cima para emprestar, através da cobrança de juros. E assim por diante.

Se a equação parece muito longa, há outra forma de entendê-la. De onde vem todo esse dinheiro emprestado? Aliás, como pode existir tanto dinheiro assim para ser emprestado? A resposta é: não existe. Se não houvesse dívida, não haveria dinheiro. O conceito básico que quase todos ignoramos é que a economia capitalista prescinde que a dívida sempre seja maior do que a quantidade de dinheiro disponível. Para pagar-se uma dívida, é necessário produzir mais dinheiro, que vem em forma de empréstimo, com juros embutidos, e portanto gera mais dívida. Desde a abolição do lastro-ouro, dívida É dinheiro.

Se esta idéia parece difícil de ser assimilada, você não está só. Poucos sabem disto, embora todos sejamos afetados. Esta curta animação explica o beabá que nós arranhamos acima de maneira simples, profunda e fácil de entender, inclusive para que possa ser usada de forma educacional, já que esta questão estranhamente nunca fez parte do currículo de ensino básico.

Citações interessadas retiradas do video

“Qualquer um que acredite que com crescimento exponencial pode continuar para sempre num mundo finito ou é um maluco ou um economista.” —Kenneth Boulding, economista

“O processo pelo qual os bancos criam dinheiro é tão simples que a mente não perceba”
John Kenneth Galbraith, Economista

“Receio que os cidadãos não gostarão de saber que os bancos pode e criam dinheiro
…E eles quem controlam o crédito da nação dirigem a política dos governos e mantém na palma de suas mãos o destino das pessoas”
Reginald McKenna, antigo presidento do conselho administrativo do Midlands Bank da Inglaterra

“O dinheiro é uma nova forma de escravidão, e se distingue da antiga pelo fato de ser impessoal – que não há relações humanas entre o mestre e o escravo”. – Leo Tolstoy

Tire este grande poder deles e todas as grandes fortunas como a minha irão desaparecer, e elas devem desaparecer, de forma que isto levaria a um mundo melhor e mais feliz para se viver. Mas se vocês querem continuar escravos dos bancos e pagar o custo de sua própria escravatura, então deixem os banqueiros continuarem a criar dinheiro e controlar o crédito.”
~Sir Josiah Stamp Diretor, Banco da Inglaterra 1928-1941
(conhecido como o segundo homem mais rico da Inglaterra na época)

“Todas as perplexidades, confusão e desgraças surgem nos EUA, não pelos defeitos da Constituição ou Federação, não pela busca da honra ou virtude, mas pela clara ignorância da natureza do dinheiro, do crédito e a circulação”
~ John Adams, Fundador da Constituição estadunidense

“Qualquer um que controle o volume de dinheiro em seu país é o mestre absoluto de toda indústria e do comércio… e quando você perceber que todo o sistema é facilmente controlado, de um jeito ou de outro, por poucos homens poderosos, não será preciso lhe dizer como períodos de inflação e depressão são originados.”
James A. Garfield, presidente assassinado dos Estados Unidos

Até que controle da emissão de moeda e de crédito seja restabelecido pelo governo e reconhecido como a mais evidente e inviolável responsabilidade, toda conversa a respeito de soberania do parlamento e da democracia é perda de tempo e inútil… Uma vez que uma nação se rompe com o controle de seu crédito, não importa que faz as leis… A usura uma vez em controle arruinará qualquer nação.
William Lyon Mackenzie King Primeiro Ministro do Canadá que nacionalizou o banco do Canadá

“Apenas os pequenos segredos precisam ser protegidos.
Os grandes são mantidos em segredo pela incredulidade pública”
Marshall McLuhan, “guru” da mídia

http://www.youtube-nocookie.com/v/71_uFpZ7n6o?fs=1&hl=pt_BR&color1=0x5d1719&color2=0xcd311b&border=1

Agosto 11, 2010

MITOS E VERDADES SOBRE A TPM

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 4:53 pm

 

 

A Síndrome de Tensão Menstrual – mais conhecida por TPM – acontece por conta do desequilíbrio de hormônios como o luteinizante (LH), estrogênio e progesterona e desencadeia uma série de sintomas como irritabilidade, retenção de líquidos, depressão e dores de cabeça. Mesmo sabendo que o problema acontece por essas alterações hormonais, existe uma série de mitos sobre a TPM. O ginecologista Jorge Ferreira Neto, esclarece os mais comuns:


 

Algumas mulheres podem ter TPM durante todo o mês?
Falso. “A TPM é cíclica e acontece após o período ovulatório. Portanto, os sintomas começam a acontecer de cinco a 10 dias antes da menstruação. É importante ressaltar que para fazermos um diagnóstico de TPM, a mulher deve apresentar sintomas por mais de três meses. Pode ocorrer em alguns casos apenas um distúrbio hormonal transitório”.

Toda mulher tem retenção de líquido nesse período?
Em partes.
 “A retenção hídrica é muito comum e ocasiona um aumento de peso no período da TPM. Mas a mulher pode não apresentar esse sintoma, porém apresentar instabilidades emocionais, como irritabilidade, baixa auto-estima e depressão”.




A alimentação influencia diretamente a TPM?

Verdadeiro. “Uma das coisas fundamentais é evitar   sal marinho, pois ele contribui para a piora da retenção de líquidos. É importante evitar alimentos gordurosos, substâncias com cafeína, como por exemplo, a coca-cola, chá preto e vinho tinto. Convém nesse período evitar a ingestão de qualquer tipo de bebida alcoólica. É importante que a mulher ingira alimentos diuréticos como melancia e morango”.


O chocolate melhora a TPM?

Falso. “O chocolate é um alimento com muita gordura, portanto é melhor evitá-lo. As mulheres sentem mais vontade de comer chocolate por conta dos níveis de serotonina”.

Mulheres ficam mais sensíveis durante a TPM?

Verdadeiro. “A maioria das mulheres se sente assim, pois as alterações hormonais também influenciam a produção da serotonina, substância responsável pelo bem-estar, e da melatonina, que se relaciona aos aspectos depressivos. Dependendo da mulher, o desequilíbrio hormonal ocasiona depressão e baixa auto-estima”.

Dores de cabeça são comuns nesse período?
Verdadeiro. “Algumas mulheres podem não apresentar, mas é um sintoma comum”.

TPM não tem cura?

Verdadeiro. “O que fazemos é um tratamento para amenizar os sintomas.
Hoje contamos com anticoncepcionais de baixa dosagem que têm benefícios muito grandes. Também pode ser usado, com uso contínuo, o ácido gamalinoleico, que é extraído do óleo da folha de prímula. Mas é importante lembrar que a indicação do medicamento tem de ser feita apenas com prescrição médica”.

Agosto 9, 2010

ESTRATÉGIAS DA MANIPULAÇÃO

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 1:14 pm

1 – A estratégia da diversão

Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e da mutações decididas pelas elites políticas e económicas, graças a um dilúvio contínuo de distracções e informações insignificantes.

A estratégia da diversão é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais, nos domínios da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.

“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por assuntos sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar, voltado para a manjedoura com os outros animais” (extraído de “Armas silenciosas para guerras tranquilas” )

2 – Criar problemas, depois oferecer soluções

Este método também é denominado “problema-reacção-solução”. Primeiro cria-se um problema, uma “situação” destinada a suscitar uma certa reacção do público, a fim de que seja ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. Exemplo: deixar desenvolver-se a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da liberdade. Ou ainda: criar uma crise económica para fazer como um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos.

3 – A estratégia do esbatimento

Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la progressivamente, de forma gradual, ao longo de 10 anos. Foi deste modo que condições sócio-económicas radicalmente novas foram impostas durante os anos 1980 e 1990. Desemprego maciço, precariedade, flexibilidade, deslocalizações, salários que já não asseguram um rendimento decente,tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se houvessem sido aplicadas brutalmente.

4 – A estratégia do diferimento

Outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular é apresentá-la como “dolorosa mas necessária”, obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. É sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiroporque a dor não será sofrida de repente. A seguir, porque o público tem sempre a tendência de esperar ingenuamente que “tudo irá melhor amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Finalmente, porque isto dá tempo ao público para se habituar à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

Exemplo recente: a passagem ao Euro e a perda da soberania monetária e económica foram aceites pelos países europeus em 1994-95 para uma aplicação em 2001. Outro exemplo: os acordos multilaterais do FTAA (Free Trade Agreement of the Americas) que os EUA impuseram em 2001 aos países do continente americano ainda reticentes, concedendo uma aplicação diferida para 2005.

5 – Dirigir-se ao público como se fossem crianças pequenas

A maior parte das publicidades destinadas ao grande público utilizam um discurso, argumentos, personagens e um tom particularmente infantilizadores, muitas vezes próximos do debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental. Exemplo típico: a campanha da TV francesa pela passagem ao Euro (“os dias euro”). Quanto mais se procura enganar o espectador, mais se adopta um tom infantilizante. Por que?

“Se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, com uma certa probabilidade, uma resposta ou uma reacção tão destituída de sentido crítico como aquela de uma pessoa de 12 anos”. (cf. “Armas silenciosas para guerra tranquilas” )

6 – Apelar antes ao emocional do que à reflexão

Apelar ao emocional é uma técnica clássica para curtocircuitar a análise racional e, portanto, o sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar ideias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos…

7 – Manter o público na ignorância e no disparate

Actuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.

“A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores”. (cf. “Armas silenciosas para guerra tranquilas” )

8 – Encorajar o público a comprazer-se na mediocridade

Encorajar o público a considerar “fixe” o facto de ser idiota, vulgar e inculto…

9 – Substituir a revolta pela culpabilidade

Fazer crer ao indivíduo que ele é o único responsável pela sua infelicidade, devido à insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades ou dos seus esforços. Assim, ao invés de se revoltar contra o sistema económico, o indivíduo se auto-desvaloriza e auto-culpabiliza, o que engendra um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da acção. E sem acção, não há revolução!…

10 – Conhecer os indivíduos melhor do que eles se conhecem a si próprios

No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” chegou a um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio. Isto significa que na maioria dos casos o sistema detém um maior controle e um maior poder sobre os indivíduos do que os próprios indivíduos

Junho 17, 2010

17/06 BH testemunha a maior nebulização dos últimos meses

Filed under: Uncategorized — highness4435 @ 2:19 pm
Uma névoa aparece no céu de Belo Horizonte, a princípio uma coisa normal, pois está frio aqui, mas a intensidade de jatos pelos céus se elevou, alguns deles fazendo curvas, isso é atípico, de uma coisa eu tenho certeza absoluta; isso não é normal, segue um texto sobre os ChemTrails ConTrails NoTrails:
 
A última vez que a pesquisa global que mostra que um acúmulo de pequenas partículas no céu. Estes são Contrails a Chemtrails. O controle é principalmente através da recolha de amostras de chuva mostra uma grande variação de pH do ambiente e, principalmente, de bário. Bário é uma substância com uma importância muito grande devido à sua toxicidade é para seres humanos. É bário com água para formar hidróxido de bário, que é uma associação de energia muito forte. É algo que provoca reações graves em pessoas de pele irritada, trato respiratório, dor de cabeça, pânico e angústia. Níveis seguros de bário no ar no valor de 1, 2 por milhão. Quando esses aumentos podem ser "seca" nuvens e precipitação e mostra para aumentar a quantidade de até 5%. A circulação de ar contínua e uso de fertilizantes e contínua pulverização pode aumentar a quantidade é elevada e pode infectar virtualmente cidades do ar e as áreas onde o terreno intenso e os problemas do tráfego aéreo na área de culturas agrícolas elevados. Se somarmos a estes deterioração causas técnicas de campos magnéticos locais têm um enorme problema de poluição ambiental. Ageusia Como essas partículas são praticamente inodoro e invisível são um risco particularmente elevado, principalmente o risco de efeitos secundários não pode ser feito, e imediatamente disponíveis. Quando somos percebidos, especialmente durante o surto de Verão de dores de cabeça, distúrbios cardiovasculares, convulsões e morte, os grupos de aves. Porque estes fenómenos de poluição estão se tornando mais regulares agora absolutamente essencial que a revisão regular e sistemática. Em cidades no hemisfério norte como a Escandinávia, Alemanha e Estados Unidos concluiu que os controlos sistemáticos afetam a vida de poupança de prevenção.
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